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sábado, 20 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
a história da fotografia
A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício. Alhazen em torno do século X, descreveu um método de observação dos eclipses solares através da utilização de uma câmara escura. A câmara escura na época, consistia de um quarto com um pequeno orifício aberto para o exterior.
Em 1525 já se conhecia o escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela exposição à luz do Sol. Até então, se conhecia o processo de escurecimento e de formação da imagens efêmeras sobre uma película dos referidos sais, porém havia o problema da interrupção do processo. Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, conseguiu uma projeção e uma imagem com uma duração de tempo maior, porém não conseguiu detectar o porquê do aumento do tempo. Continuando suas experiências, Schulze colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata, examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela luz solar tornou-se de coloração violeta escura. Notou também, que o restante da mistura continuava com a cor esbranquiçada original. Sacudindo a garrafa, observou o desaparecimento do violeta. Continuando, colocou papel carbono no frasco e o expôs ao sol, depois de certo tempo, ao remover os carbonos, observou delineados pelos sedimentos escurecidos padrões esbranquiçados, que eram as silhuetas em negativo das tiras opacas do papel. Schulze estava em dúvida se a alteração era devida à luz do sol, ou ao calor. Para confirmar se era pelo calor, refez a mesma experiência dentro de um forno, percebendo que não houve alteração. Concluiu então, que era a presença da luz que provocava a mudança. Continuando suas experiências, acabou por constatar que a luz de seu quarto era suficientemente forte para escurecer as silhuetas no mesmo tom dos sedimentos que as delineavam.O químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devida à ação da luz.
Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos semelhantes. Colocou expostos à luz do sol algumas folhas de árvores e asas de insetos sobre papel e couro branco sensibilizados com prata. Conseguiu silhuetas em negativo e tentou de diversas maneiras torná-las permanentes. Porém, não tinha como interromper o processo, e a luz continuava a enegrecer as imagens.
Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à energia das ondas de luz. Porém, o francês Joseph-Nicéphore Niépce o fisionotraço e a litografia. Em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base metálica. A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce, encontra-se preservada até hoje. Esta descoberta se deu quando o francês pesquisava um método automático para copiar desenho e traço nas pedras de litografia. Ele sabia que alguns tipos de asfalto entre eles o betume da judéia endurecem quando expostos à luz. Para realizar seu experimento, dissolveu em óleo de lavanda o asfalto, cobrindo com esta mistura uma placa de peltre (liga de antimônio, estanho, cobre e chumbo). Colocou em cima da superfície preparada uma ilustração a traço banhada em óleo com a finalidade de ficar translúcida. Expôs ao sol este endureceu o asfalto em todas as áreas transparentes do desenho que permitiram à luz atingir a chapa, porém nas partes protegidas, o revestimento continuou solúvel. Niépce lavou a chapa com óleo de lavanda removendo o betume. Depois imergiu a chapa em ácido, este penetrou nas áreas em que o betume foi removido e as corroeu. Formando desta forma uma imagem que poderia ser usada para reprodução de outras cópias.
Niepce e Louis-Jacques Mandé Daguerre iniciaram suas pesquisas em 1829. Dez anos depois, foi lançado o processo chamado daguerreótipo.
Este consistia numa placa de cobre polida e prateada, exposta em vapores de iodo, desta maneira, formava uma camada de iodeto de prata sobre si. Quando numa câmara escura e exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido, este aderia onde havia a incidência da luz mostrando as imagens. Estas, eram fixadas por uma solução de tiossulfato de sódio. O daguerreótipo não permitia cópias, apesar disso, o sistema de Daguerre se difundiu. Inicialmente muito longos, os tempos de exposição encurtaram devido às pesquisas de Friedrich Voigtländer e John F. Goddard em 1840, estes criaram lentes com abertura maior e ressensibilizavam a placa com bromo.
William Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio. Resultando num negativo, que era impregnado de óleo até tornar-se transparente. O positivo se fazia por contato com papel sensibilizado, processo utilizado até os dias de hoje.
O calótipo foi a primeira fase na linha de desenvolvimento da fotografia moderna, o daguerreótipo conduziria à fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e jornais.
Frederick Scott Archer inventou em 1851 a emulsão de colódio úmida. Era uma solução de piroxilina em éter e álcool, adicionava um iodeto solúvel, com certa quantidade de brometo, e cobria uma placa de vidro com o preparado. Na câmara escura, o colódio iodizado, imerso em banho de prata, formava iodeto de prata com excesso de nitrato. Ainda úmida, a placa era exposta à luz na câmara, revelada por imersão em pirogalol com ácido acético e fixada com tiossulfato de sódio. Em 1864, o processo foi aperfeiçoado e passou-se a produzir uma emulsão seca de brometo de prata em colódio. Em 1871, Richard Leach Maddox fabricou as primeiras placas secas com gelatina em lugar de colódio. Em 1874, as emulsões passaram a ser lavadas em água corrente, para eliminar sais residuais e preservar as placas.
Em 1525 já se conhecia o escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela exposição à luz do Sol. Até então, se conhecia o processo de escurecimento e de formação da imagens efêmeras sobre uma película dos referidos sais, porém havia o problema da interrupção do processo. Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, conseguiu uma projeção e uma imagem com uma duração de tempo maior, porém não conseguiu detectar o porquê do aumento do tempo. Continuando suas experiências, Schulze colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata, examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela luz solar tornou-se de coloração violeta escura. Notou também, que o restante da mistura continuava com a cor esbranquiçada original. Sacudindo a garrafa, observou o desaparecimento do violeta. Continuando, colocou papel carbono no frasco e o expôs ao sol, depois de certo tempo, ao remover os carbonos, observou delineados pelos sedimentos escurecidos padrões esbranquiçados, que eram as silhuetas em negativo das tiras opacas do papel. Schulze estava em dúvida se a alteração era devida à luz do sol, ou ao calor. Para confirmar se era pelo calor, refez a mesma experiência dentro de um forno, percebendo que não houve alteração. Concluiu então, que era a presença da luz que provocava a mudança. Continuando suas experiências, acabou por constatar que a luz de seu quarto era suficientemente forte para escurecer as silhuetas no mesmo tom dos sedimentos que as delineavam.O químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devida à ação da luz.
Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos semelhantes. Colocou expostos à luz do sol algumas folhas de árvores e asas de insetos sobre papel e couro branco sensibilizados com prata. Conseguiu silhuetas em negativo e tentou de diversas maneiras torná-las permanentes. Porém, não tinha como interromper o processo, e a luz continuava a enegrecer as imagens.
Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à energia das ondas de luz. Porém, o francês Joseph-Nicéphore Niépce o fisionotraço e a litografia. Em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base metálica. A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce, encontra-se preservada até hoje. Esta descoberta se deu quando o francês pesquisava um método automático para copiar desenho e traço nas pedras de litografia. Ele sabia que alguns tipos de asfalto entre eles o betume da judéia endurecem quando expostos à luz. Para realizar seu experimento, dissolveu em óleo de lavanda o asfalto, cobrindo com esta mistura uma placa de peltre (liga de antimônio, estanho, cobre e chumbo). Colocou em cima da superfície preparada uma ilustração a traço banhada em óleo com a finalidade de ficar translúcida. Expôs ao sol este endureceu o asfalto em todas as áreas transparentes do desenho que permitiram à luz atingir a chapa, porém nas partes protegidas, o revestimento continuou solúvel. Niépce lavou a chapa com óleo de lavanda removendo o betume. Depois imergiu a chapa em ácido, este penetrou nas áreas em que o betume foi removido e as corroeu. Formando desta forma uma imagem que poderia ser usada para reprodução de outras cópias.
Niepce e Louis-Jacques Mandé Daguerre iniciaram suas pesquisas em 1829. Dez anos depois, foi lançado o processo chamado daguerreótipo.
Este consistia numa placa de cobre polida e prateada, exposta em vapores de iodo, desta maneira, formava uma camada de iodeto de prata sobre si. Quando numa câmara escura e exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido, este aderia onde havia a incidência da luz mostrando as imagens. Estas, eram fixadas por uma solução de tiossulfato de sódio. O daguerreótipo não permitia cópias, apesar disso, o sistema de Daguerre se difundiu. Inicialmente muito longos, os tempos de exposição encurtaram devido às pesquisas de Friedrich Voigtländer e John F. Goddard em 1840, estes criaram lentes com abertura maior e ressensibilizavam a placa com bromo.
William Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio. Resultando num negativo, que era impregnado de óleo até tornar-se transparente. O positivo se fazia por contato com papel sensibilizado, processo utilizado até os dias de hoje.
O calótipo foi a primeira fase na linha de desenvolvimento da fotografia moderna, o daguerreótipo conduziria à fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e jornais.
Frederick Scott Archer inventou em 1851 a emulsão de colódio úmida. Era uma solução de piroxilina em éter e álcool, adicionava um iodeto solúvel, com certa quantidade de brometo, e cobria uma placa de vidro com o preparado. Na câmara escura, o colódio iodizado, imerso em banho de prata, formava iodeto de prata com excesso de nitrato. Ainda úmida, a placa era exposta à luz na câmara, revelada por imersão em pirogalol com ácido acético e fixada com tiossulfato de sódio. Em 1864, o processo foi aperfeiçoado e passou-se a produzir uma emulsão seca de brometo de prata em colódio. Em 1871, Richard Leach Maddox fabricou as primeiras placas secas com gelatina em lugar de colódio. Em 1874, as emulsões passaram a ser lavadas em água corrente, para eliminar sais residuais e preservar as placas.
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Historía dos simpsons


A famosa série de TV Os Simpsons, que faz crítica ao modo de vida dos americanos surgiu em 1987, tratando-se de um curta (episódio piloto) exibido dentro de um programa de humor, devido à boa aceitação do público o desenho foi lançado em 1990 em um canal aberto. É atualmente a série mais antiga ainda exibida nos Estados Unidos (são ao todo 19 temporadas = 420 episódios), no Brasil foi exibida a primeira vez em 1991.Os personagens chamam atenção pela cor gritante (geralmente são amarelos) e muito mais pelos seus modos.
Os personagens principais dos Simpsons são:
Homer Simpson: patriarca da família e normalmente o núcleo de quase todas as discussões e episódios;
- Marge: Mãe e esposa dedicada cuida dos seus filhos e marido;
- Bart: filho mais velho do casal e com tendências de comportamento semelhante ao pai;
- Lisa: é a filha politicamente correta do casal, tem tendências de ambientalismo e socialismo.
Maggie: filha caçula do casal é um bebê e não fala.
Os Simpsons já deram origem há uma infinidade de
produtos e recentemente lançaram um longa metragem de comemoração aos 10 anos do seriado. No Brasil a série é exibida diariamente na TV aberta e também na TV por assinatura, existem quadrinho do desenho e diversos sites a respeito do mesmo.
A série é tão evoluída que atualmente para criar-se um episódio são necessários até 8 meses de trabalho e um custo médio de 1 milhão de dólares.A série já ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood, e até o grunido do Homer (d'ohhh) foi parar no dicionário americano.
Há algum tempo atrás houve um episódio em que um dos personagens era raptado e levado para o Brasil, o movimento contra esse episódio foi grande (devido a retratar assaltos e fazer criticas ao país) de modo que esse episódio não foi exibido aqui. Porém nada que tire o fôlego dessa série de TV tão popular aqui e em todo o mundo.
Homer Simpson: patriarca da família e normalmente o núcleo de quase todas as discussões e episódios;
- Marge: Mãe e esposa dedicada cuida dos seus filhos e marido;
- Bart: filho mais velho do casal e com tendências de comportamento semelhante ao pai;
- Lisa: é a filha politicamente correta do casal, tem tendências de ambientalismo e socialismo.
Maggie: filha caçula do casal é um bebê e não fala.
Os Simpsons já deram origem há uma infinidade de
produtos e recentemente lançaram um longa metragem de comemoração aos 10 anos do seriado. No Brasil a série é exibida diariamente na TV aberta e também na TV por assinatura, existem quadrinho do desenho e diversos sites a respeito do mesmo.
A série é tão evoluída que atualmente para criar-se um episódio são necessários até 8 meses de trabalho e um custo médio de 1 milhão de dólares.A série já ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood, e até o grunido do Homer (d'ohhh) foi parar no dicionário americano.
Há algum tempo atrás houve um episódio em que um dos personagens era raptado e levado para o Brasil, o movimento contra esse episódio foi grande (devido a retratar assaltos e fazer criticas ao país) de modo que esse episódio não foi exibido aqui. Porém nada que tire o fôlego dessa série de TV tão popular aqui e em todo o mundo.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
victor e leo 6o dias apaixonados
Viajando pra Mato Grosso
Aparecida do Taboadolá
conheci uma morena
que me deixou amarrado
deixei a linda pequena
por Deus confesso desconsolado
mudei o jeito de ser
bebendo pra esquecer
sessenta dias apaixonado
dois meses juntinho dela
eternamente serão lembrados
pedaço da minha vida
lembranças do meu passado
jamais eu esquecereia
imagem dela de um anjo amado
dois meses passaram logo
é no copo que eu afogo
sessenta dias apaixonadose
alguém fala em Mato Grosso
eu sinto o peito despedaçado
o pranto rola depressa
no meu rosto já cansado
jamais eu esquecerei
Aparecida do Taboadodeixei
a minha querida
deixei minha própria vida
sessenta dias apaixonado
deixei a minha querida
deixei minha própria vida
sessenta dias apaixonado
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Beija-flor que trouxe meu amor
Voou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Veja só a névoa branca que sai de trás do bambuzal
Será que ela me faz bem ou será que me faz mal
Eu vou surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
E a menina que um dia por acaso veio me dizer
Que não gostava de meninos tão largados
Que tocam reggae e MPB
Mas isso é coisa tão banal perto da beleza do Planalto Central
E das pessoas que fazem do Cerrado
O habitat quase ideal
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Agradeço por está aquiManisfestar a emoção
E coloca minhas idéias, sentimentos
Em forma de canção
Agradeço por poder cantar
E ver você ouvir
E tentar entender essa mensagem
Que eu quero transmitir
Beija-flor que trouxe meu amor
Voou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Fim de ano vou embora de Brasília
que é pra eu ver o mar
Mas diz pra mãe lá pro final de fevereiro é que eu vou voltar
Que é pra surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amorEstou feliz agora
Voou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Veja só a névoa branca que sai de trás do bambuzal
Será que ela me faz bem ou será que me faz mal
Eu vou surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
E a menina que um dia por acaso veio me dizer
Que não gostava de meninos tão largados
Que tocam reggae e MPB
Mas isso é coisa tão banal perto da beleza do Planalto Central
E das pessoas que fazem do Cerrado
O habitat quase ideal
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Agradeço por está aquiManisfestar a emoção
E coloca minhas idéias, sentimentos
Em forma de canção
Agradeço por poder cantar
E ver você ouvir
E tentar entender essa mensagem
Que eu quero transmitir
Beija-flor que trouxe meu amor
Voou e foi embora
Olha só como é lindo meu amor
Estou feliz agora
Fim de ano vou embora de Brasília
que é pra eu ver o mar
Mas diz pra mãe lá pro final de fevereiro é que eu vou voltar
Que é pra surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amorVoou e foi embora
Olha só como é lindo meu amorEstou feliz agora
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terça-feira, 16 de junho de 2009
frases de bebado
- A qualidade do churrasco depende da cerveja que foi comprada.
- Bebo pra ficar ruim, se fosse pra ficar bom, tomaria remédio.
- Eu bebo pouco, mas o pouco que bebo me transforma em outra pessoa, e essa outra pessoa sim, bebe pra cacete.
- No dia que eu parar de beber, vou tomar um porre pra comemorar!
- Quando nois bebe, nois bebe. Quando nois qué come, nois come. Quando nois qué amor, nois faiz. Quando nois qué estudá... aí nóis dorme, porque ninguém é de ferro.
- Se a bebida está prejudicando o seu casamento... abandone sua mulher!
- Se dirijir não beba, se for beber, me chama.
- Se não gosta do jeito que dirijo, saia da calçada.
- Bebo pra ficar ruim, se fosse pra ficar bom, tomaria remédio.
- Eu bebo pouco, mas o pouco que bebo me transforma em outra pessoa, e essa outra pessoa sim, bebe pra cacete.
- No dia que eu parar de beber, vou tomar um porre pra comemorar!
- Quando nois bebe, nois bebe. Quando nois qué come, nois come. Quando nois qué amor, nois faiz. Quando nois qué estudá... aí nóis dorme, porque ninguém é de ferro.
- Se a bebida está prejudicando o seu casamento... abandone sua mulher!
- Se dirijir não beba, se for beber, me chama.
- Se não gosta do jeito que dirijo, saia da calçada.
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